terça-feira, 8 de março de 2011

Mundo sustentável

Boa tarde!

Como vão de carnaval? Espero que estejam aproveitando com responsabilidade!
Encontrei essa matéria pode ser lida aqui
"Energia do planeta pode ser 100% renovável em três décadas

Cientistas afirmam que totalidade do consumo poderia ser completamente de fontes eólicas, solares e hidroelétricas
por Agência EFE
Ag. EFE
Os 500 painéis instalados no iate Planet Solar, em Cancun, no México, proporcionam energia suficiente para movimentar o barco
Um polêmico estudo elaborado pelos pesquisadores Mark Z. Jacobson e Mark A. Delucchi, da Universidade da Califórnia, em Davis, e publicado na revista “Energy Policy”, assegura que 100% da energia consumida no planeta poderia ser obtida de fontes completamente limpas e renováveis em um prazo de três ou quatro décadas.

No relatório se garante que esta energia teria um custo comparável ao da energia convencional que utilizamos na atualidade, e consideram que a conversão ao novo sistema seria um desafio como o do projeto Apolo, com o qual fomos à Lua na década de 1960.

O projeto consiste na utilização de 90% da eletricidade procedente das fontes eólicas e solares. O resto da energia necessária, 8%, poderia ser gerada a partir das fontes geotérmicas e hidroelétricas, enquanto os restantes 2% se extrairia da energia produzida pelas ondas e pelas marés.
Ag. EFE
Moinhos de vento de Belwind em um parque eólico marinho no litoral de Zeebrugge, na Bélgica































No entanto, embora os dois cientistas tenham tentado dar resposta a muitas das dúvidas que se colocam no setor das energias renováveis, a controvérsia já está aberta: segundo alguns pesquisadores, esta é uma concepção otimista demais sobre o futuro das energias limpas. 
Substituir o petróleo
Para Antonio Chica, cientista titular do Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC) no Instituto de Tecnologia Química de Valência, Espanha, "é preciso ser muito prudente na hora de afirmar que podemos nos servir de energias renováveis no tempo que indica este relatório”.

“Não se pode prever a provisão futura de petróleo, as altas de preços que possa ter ou os conflitos que se possam gerar em torno dele. Embora em questão tecnológica seja certo que, por exemplo, já há países que utilizam energia eólica ou solar que produz eletricidade em grandes quantidades e de uma maneira bastante fácil", diz.

Segundo Jacobson e Delucchi, os meios de transporte seriam movidos por energia elétrica procedente de renováveis, eliminando completamente a dependência do petróleo. Carros, trens, navios seriam impulsionados por motores elétricos alimentados por pilhas de combustível, baseadas em hidrogênio obtido mediante eletrólises de água.

"Agora todas as grandes indústrias do automóvel estão trabalhando em alternativas que não utilizem petróleo e as alternativas são baterias e pilhas de combustível ainda em desenvolvimento. Essa pesquisa se deve a que a indústria é consciente de que o petróleo tem um tempo limitado", adverte Antonio Chica.

"Mas para eles tanto faz que seja petróleo, hidrogênio ou qualquer energia renovável, o que lhes importa é que seja o mais barato e, por enquanto, o mais barato continua sendo o petróleo pela infraestrutura já existente que possui”, comenta.
Ag. EFE
Veículo com células de combustível em uma estação de abastecimento de hidrogênio em Ulsan, na Coreia do Sul
“O mercado não vai se movimentar porque se polui mais ou menos. Os governos são os que teriam que direcionar o processo, assim como os níveis de poluição", também assinala o cientista.

Esta transição para estas novas formas de energia traz uma despesa de adaptação tecnológica, mas Jacobson e Delucchi opinam que não é preciso que desenvolvamos nenhuma nova tecnologia porque elas já existem e se encontram disponíveis.
Jacobson e Delucchi apresentam um planeta semeado de sistemas eólicos e solares entre os quais se pudesse redistribuir a energia elétrica estacionária. Recolher o que o vento produz durante a noite e a energia solar durante o dia, e aproveitar ao máximo os excessos de geração que se produzem em algumas regiões e poder enviar para outras com mais dificuldades para gerá-las.

Quanto à instalação de turbinas eólicas, um dos maiores problemas é a das grandes superfícies que são necessárias para sua instalação. O número delas que aparece no projeto é tão grande que seria preciso cobrir 0,6% da terra firme disponível.

Mas Jacobson também tem resposta para este problema e propõe que "a maioria da terra existente entre as turbinas eólicas possa ser utilizada para a pecuária ou a agricultura". Além disso acrescenta outra alternativa: instalá-los sobre plataformas flutuantes no mar.

Jacobson, reconhecido professor de engenharia civil especializado em temas ambientais, assegura que não existem barreiras de caráter tecnológico ou econômico para substituir todas as fontes de energia que utilizamos na atualidade por outras que sejam limpas e renováveis, e que o maior desafio é superar as barreiras políticas que o impedem."
Muito bom saber que tem muita gente trabalhando por um amanhã melhor!
Beijão

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Biodiesel da borra de café

Bom dia!

Estava lendo as matérias da revista on line da Globo Rural e encontrei essa. Muito legal! Segue abaixo:
"Biodiesel é produzido a partir da borra de café
Estudo aponta que combustível obtido do óleo essencial do grão pode ser utilizado para abastecer tratores e máquinas agrícolas
por Globo Rural Online
 Shutterstock
A partir de um quilo de borra de café é possível extrair até 100 mililitros de óleo, o que geraria cerca de 12 mililitros de biodiesel
Uma pesquisa do Programa Interunidades de Pós-Graduação em Energia da Universidade de São Paulo (USP) mostrou que o óleo essencial extraído da borra de café é uma matéria-prima viável para a produção de biodiesel. Segundo o estudo, o biodiesel pode ser produzido em pequenas comunidades, para o abastecimento de tratores e máquinas agrícolas. 

A elaboração do combustível a partir do resíduo foi testada pela professora de química Denise Moreira em escala laboratorial. De acordo com ela, “no Brasil, há um grande consumo de café, calculado em duas a três xícaras diárias por habitante, por isso a produção de resíduo é intensa em bares, restaurantes, casas comerciais e residências”. A professora afirma que o óleo essencial, responsável pelo aroma do café, já é utilizado, mas sua extração diretamente de grãos de alta qualidade é muito cara. A borra do café também contém óleos essenciais, que podem contaminar o solo quando o resíduo é descartado no meio ambiente. 

O processo de obtenção do biodiesel é o mesmo adotado com outras matérias-primas. “O óleo essencial é extraído da borra de café por meio da utilização de etanol como solvente”, conta Denise. “Após a extração, o óleo é posto em contato com um catalisador alcalino, que realiza uma reação de tranesterificação com a qual se obtém o biodiesel”, diz à Agência USP. As características dos ácidos graxos do óleo essencial do café são semelhantes aos da soja, embora estejam presentes em menor quantidade. 

A partir de um quilo de borra de café é possível extrair até 100 mililitros de óleo, o que geraria cerca de 12 mililitros de biodiesel. “No Brasil são consumidas aproximadamente 18 milhões de sacas de 60 quilos de café, num total de 1,08 milhões de toneladas, o que irá gerar uma quantidade considerável de resíduos”, aponta a professora. 
Energia
“Todo o experimento para obtenção de biodiesel foi realizado em escala laboratorial”, explica Denise, que é professora do curso técnico de Química do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza (CEETPS), em São Paulo. “O objetivo da pesquisa é mostrar aos alunos que é possível aproveitar um resíduo que é descartado no ambiente para a produção de energia”. 

Segundo a professora, a implantação do processo de produção do biocombustível em escala industrial dependeria de um trabalho de conscientização da população para não jogar fora a borra de café, que seria recolhida para extração do óleo. “Sua utilização é indicada para pequenas comunidades agrícolas, que produziriam seu próprio biodiesel para movimentar máquinas”, sugere. 

Denise lembra que em algumas fazendas de café, a borra é armazenada no refrigerador para ser usada comofertilizante. “Entretanto, seu uso frequente pode fazer com que os óleos essenciais contaminem o solo”, alerta. “O aproveitamento desse resíduo para gerar energia pode não ser uma solução mundial, mas está ao alcance de pequenas localidades”, afirma a professora."
Enfim vivendo e aprendendo, pequenas ações podem fazer toda a diferença!
Beijão!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Qual sua idade interior?

Boa tarde pessoas!

Pesquisando na internet encontrei esse teste da Unimed. É muito legal, tem uma série de perguntas.
Vai ser divertido entra lá.

Beijão!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Feliz 2011!!

Boa tarde pessoas!!!

Que correria, ano novo vida nova mesmo. Muita coisa pra fazer graças a Deus, mas não posso deixar de passar aqui um pouco né?

E hoje gostaria que visitasse o site http://www.greenpeace.org/brasil/pt/ . Para conhecer melhor a organização, e quem sabe engajar-se nesta causa?


Tudo de melhor neste ano!!!

Beijão

domingo, 26 de dezembro de 2010

Elixir da juventude...

Bom dia!

Espero que todos tenham tido boas festas!!!
Hoje encontrei uma notícia e fiquei muito feliz acompanhem abaixo:
"Suco de beterraba pode ser o elixir da juventude para idosos

Especialistas afirmam que a bebida pode ajudar mais velhos a levar uma vida mais ativa


O segredo para uma vida mais ativa com o passar dos anos pode estar em um simples suco de beterraba. É o que afirmam pesquisadores da Universidade de Exeter e da Faculdade de Medicina e Odontologia Peninsula, ambas na Inglaterra. 

A equipe que liderou a pesquisa observou que, quando os voluntários tomavam suco de beterraba, necessitavam demenos energia para realizar exercícios de baixa intensidade, segundo informações do jornal Daily Mail. A quantidade de esforço requerida para uma caminhada foi reduzida em 12%. A bebida dilata os vasos sanguíneos e reduz a quantidade de oxigênio necessário durante uma atividade física. 

À medida que envelhece, ou que desenvolve condições que afetam o sistema cardiovascular, a quantidade de oxigênio que uma pessoa absorve é drasticamente reduzida, dificultando a realização dos exercícios. A pesquisadora Katie Lansley relatou ao Journal of Applied Physiology, que o estudo mostra que o suco de beterraba pode reduzir a quantidade de oxigênio que uma pessoa precisa para realizar determinadas atividades. 

Para o professor Andy Jones, também do grupo, “cada vez que o suco, rico em nitrato, foi utilizado, observou-se uma melhora acentuada no desempenho”. O efeito, sentido uma hora depois do consumo do suco e mais forte depois de três a quatro horas, é atribuído à substância-chave nitrato, presente na bebida."

Verdura de fácil acesso, vai um suco de beterraba ai?

Beijão!

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Casa Sustentável!

Boa tarde pessoas!

Olha o que encontrei hoje:
" Sustentabilidade que cabe no bolso
Há alguns anos, para se conseguir uma casa ecologicamente correta eram necessários investimentos altos, o que acabava tornando a tarefa de diminuir agressões ao meio ambiente difícil para muitas pessoas. Hoje, ter uma casa sustentável já está bem mais barato e ainda pode ajudar na economia das contas, principalmente água e eletricidade."
É uma animação no site. Vale a pena acessar!

Foto tirada daqui.
Beijão!

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Captação de água da chuva

Boa tarde pessoas!

Um dia assistindo o programa Caldeirão do Huck, no quadro Lar doce lar, vi a ideia de reaproveitamento da água da chuva e pesquisando sobre o assunto encontrei o artigo abaixo que segue na integra:
"Aproveitamento das águas da chuva

 

Mário Hermes Stanziona Viggiano

Arquiteto  (61)81463435


A água é um patrimônio da terra que, apesar de abundante em termos de volume total, começa a faltar em grandes aglomerados urbanos. Dois terços da superfície da terra são cobertos por água mas estima-se que somente 0,36% é considerada própria para o uso humano. Dentro de uma visão que não chega a ser alarmista mas sim preventiva, devemos começar a fazer o que chamamos de gestão eficiente das águas urbanas. Este princípio envolve a economia através da utilização de equipamentos de baixo consumo, envolve o reuso das águas servidas, a preservação dos mananciais e o aproveitamento das águas da chuva.
A água da chuva, considerada como uma necessidade vital no meio rural, se tornou, nas últimas décadas, um grave problema urbano devido às enchentes. A falta de permeabilidade do solo urbano, aliada ao sub-dimensionamento dos ramais pluviais e ao assoreamento dos rios lindeiros faz com que as águas de grandes chuvas não consigam escoamento adequado, gerando enchentes que, muitas vezes, chegam a ser catastróficas.
Em face disto, cidades como São Paulo, Rio de janeiro, Guarulhos e Curitiba já aprovaram leis que obrigam os edifícios a possuírem sistemas de captação e armazenagem da chuva. Com estes reservatórios executados é claro que a ação mais lógica é prover meios de se aproveitar esta água no próprio edifício.
Ao nível das residências, as águas pluviais podem ser utilizadas como fonte de água não potável bastando para tanto que se criem as condições de infra-estrutura necessária para o perfeito funcionamento do sistema. Considera-se a água não potável aquela que não entrará em contato com o ser humano, seja por ingestão ou pelo contato físico. Assim, o uso não potável abrange a água para o vaso sanitário, lavanderia, lavagens em geral e irrigação.
Para se conceber um sistema de aproveitamento de água da chuva nas residências é necessário que se tenha um sistema de calhas no telhado para fazer a captação. Após captada, a água da chuva é direcionada para uma cisterna passando antes por um filtro especial. Depois de ser armazenada, esta água é bombeada para uma caixa d’água própria localizada no telhado, ao lado da caixa de água potável, sendo então distribuída para os usos previstos. Todos os equipamentos que compõem o sistema já são fabricados no Brasil e podem ser encontrados facilmente em representantes por todas as capitais.
Em se tratando de investimentos, a água da chuva pode vir a ser um excelente negócio. Estudos práticos em sistemas já instalados provam que se pode obter um payback (retorno do investimento) que começa com dois anos, chegando a seis anos. Algumas variáveis são responsáveis por esta diferença de tempo e estão, na maior parte das vezes, ligadas ao potencial climático e ao calendário de chuvas da região. O preço da água cobrado pelo concessionário de água e esgoto, bem como a necessidade de armazenamento são outros fatores cruciais no cálculo do payback.
Mais do que um grande negócio, o aproveitamento da água da chuva passa a ser uma resposta da sociedade a um problema que começa a se tornar crônico na maioria dos centros urbanos."
Precisamos apenas dar o primeiro passo!

Artigo tirado daqui e foto daqui.
Beijão!